Metas de Aichi – sabe o que são? 14 de June de 20231 de June de 2021 by Rita Metas de Aichi – sabe o que são? A Convenção de Diversidade Biológica – CDB estabeleceu 20 metas para a conservação da biodiversidade, conhecidas como metas de Aichi, que deveriam ser implementadas até 2020 pelos países signatários. Destas, apenas seis foram alcançadas, e de forma parcial.
O LIRA – Legado Integrado da Região Amazônica 14 de June de 20231 de June de 2021 by Rita O LIRA – Legado Integrado da Região Amazônica, uma iniciativa do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas, Fundo Amazônia e Fundação Gordon e Betty Moore, está com duas oportunidades abertas.
Como conservar a Amazônia pode ajudar a conter a crise climática? 14 de June de 20231 de June de 2021 by Rita Como conservar a Amazônia pode ajudar a conter a crise climática. No Brasil, quando falamos em mudanças climáticas, especialistas revelam a urgência em deter os desmatamentos na Amazônia. Certo, mas qual a relação entre a floresta e o clima? Vamos citar algumas:
Maior biodiversidade do planeta está no Brasil e precisa ser conservada 14 de June de 202326 de May de 2021 by Nailza Maior biodiversidade do planeta está no Brasil e precisa ser conservada. Áreas protegidas impulsionam ciência, educação e negócios sócio-produtivos para Amazônia, que tem mais da metade de seu território no Brasil. Uma em cada dez espécies conhecidas no mundo está na Floresta Amazônica, segundo a organização WWF (World Wildlife Fund). O bioma que tem o maior número de espécies de plantas e animais vivos no mundo, compreende 40% de toda a América do Sul e 60% desse território fica localizado no Brasil. Mas a importância fundamental de toda essa biodiversidade da floresta, torna a Amazônia um tema de interesse global. É importante lembrar, entretanto que “floresta vazia não para em pé”. Ou seja, é necessária a interação entre diferentes espécies para que haja um sistema ecológico eficiente – e é isso que ocorre na Amazônia. “É a diversidade que a torna ainda mais importante e possibilita os serviços ecossistêmicos e a tão comentada bioeconomia”, diz Fabiana Prado, bióloga responsável pelo Projeto LIRA (Legado Integrado da Região Amazônica), do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas.
Projeto NossaBio 14 de June de 202324 de May de 2021 by Nailza Projeto NossaBio.Assistência técnica garante efetividade das ações do Projeto Nossabio. O Projeto Nossabio foi aprovado em dezembro de 2019, por meio do Legado Integrado da Região Amazônica (Lira), programa brasileiro de conservação idealizado pelo Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), com recursos do Fundo Amazônia e da Fundação Gordon e Betty Moore.O programa foi concebido para aumentar a efetividade de gestão das áreas protegidas da Amazônia, como Unidades de Conservação e Terras Indígenas, bem como estruturar cadeias de valor a partir de produtos da sociobiodiversidade.A SOS Amazônia é responsável pela gestão operacional do projeto em estreita ligação com organizações sociais, cooperativas e associações extrativistas de cada uma das unidades.
Projeto Rotas e Pegadas 14 de June de 202316 de May de 2021 by Nailza Projeto Rotas e Pegadas. Proposta muda desenho de UCs no rio Negro, com nova reserva e redelimitação. O projeto de lei enviado à Assembleia Legislativa cria uma Reserva do Desenvolvimento Sustentável no Baixo Rio Negro, no Amazonas, e redelimita parque estadual e APA. Uma proposta enviada pelo governador, Wilson Miranda Lima (PSC) à Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas cria uma nova área protegida neste território — a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Bom Jesus do Puduari, com cerca de 203 mil hectares — e altera os limites de outras duas já existentes, o Parque Estadual Rio Negro Setor Norte e a Área de Proteção Ambiental da Margem Direita do Rio Negro, para comportar a nova reserva. Ao todo, a proposta aumenta em 175,8 mil hectares o território protegido no Baixo Rio Negro.
O maior vetor de perda de biodiversidade no bioma amazônico é o desmatamento 14 de June de 202312 de May de 2021 by Rita O maior vetor de perda de biodiversidade no bioma amazônico é o desmatamento. Estudos mostram que 20% do bioma já foi destruído no Brasil e está próximo do ponto de não retorno, o que significa desestabilidade climática da floresta úmida seguida de savanização de grande parte de sua extensão. As áreas protegidas são ferramentas fundamentais para combater esse cenário, uma vez que são quase seis vezes menos desmatadas.Para isso, no entanto, essas áreas precisam ser geridas de forma efetiva e alcançarem seus objetivos de criação.
A literatura indígena é um movimento revolucionário, de reação e resistência 14 de June de 202312 de May de 2021 by Rita “A literatura indígena é um movimento revolucionário, de reação e resistência. Meu movimento político hoje é a escrita, é incentivar os jovens e levar essa história para a frente, contando a verdade de quem somos, para onde queremos caminhar e o que queremos.” E qual é, ainda, o seu sonho? “É ver os direitos dos povos indígenas constituídos verdadeiramente. E é por isso que eu sofro. Somos seres humanos, com coração e alma, e merecemos respeito”, Eliane Potiguara, pioneira na literatura indígena, ativista, em entrevista para Maria Fernanda Rodrigues no jornal O Estado de São Paulo.
Uma ação valiosa é a de apoio aos trabalhos dos biomonitores 14 de June de 202312 de May de 2021 by Rita “Uma ação valiosa é a de apoio aos trabalhos dos biomonitores, agentes indígenas, que participam das atividades de biomonitoramento e vigilância para localizar os invasores. A partir dessas informações são feitas denúncias para o órgão público. É muito importante esse trabalho porque ajuda na proteção do nosso território. As pressões são muito grandes e aumentam a cada ano. Contamos com a parceria de projetos como esse”, Ubiratan Suruí, ativista do povo Paiter Suruí.
O abril indígena é quando a gente abre um espaço maior para fazer mobilizações 14 de June de 202312 de May de 2021 by Rita “O abril indígena é quando a gente abre um espaço maior para fazer mobilizações, contar o que vem acontecendo dentro dos nossos territórios, mostrar que o indígena existe e que não somos folclore”, afirma Txai Suruí, ativista do povo Paiter Suruí e fundadora do movimento Juventude Indígena de Rondônia.